
Em 2013, quando a Ferrari revelou ao mundo a belíssima LaFerrari, o exótico mantinha um sistema híbrido que combinava potência elétrica com a de combustão, mas não era possível rodar em modo elétrico, pois a marca dizia não estar interessada em abandonar a tradição a combustão, mas com a inglesa Rolls-Royce, a história foi muito diferente. Desde a criação dos modernos sedãs de luxo que a marca possui no mercado até hoje, Rolls-Royce nunca foi um sinônimo de esportividade para fins de alta velocidade, e sim consistir em uma direção suave e macia, livre de qualquer ruído, talvez seja por isso que deliberadamente a marca optou por não investir em modelos híbridos, como a maioria das marcas de luxo estão fazendo hoje, pois segundo o site britânico Autocar, o CEO da marca, Torsten Müller-Otvös, disse em uma entrevista que "a eletrificação dos automóveis é o inevitável acontecimento que moldará o futuro" e que não estão interessados em "meios do caminho", como os híbridos, pois segundo ele, "a marca é totalmente ciente do futuro fim dos motores a combustão", mas somente quando a marca desenvolver a tecnologia capaz de substituir seus lendários motores V12 é que a "eletrificação" da Rolls-Royce terá início. A empresa nos deu um vislumbre de como seria essa tecnologia com o sedã 102EX Concept, baseado no Phantom, que era alimentado por uma bateria de íon-lítio de 96 células, mas durante seu lançamento em 2011, a marca havia descartado a produção em massa do modelo pois o mesmo apresentava falhas no sistema elétrico e o projeto acabou indo pra gaveta, mas hoje ainda há esperança de que em um futuro não muito distante o 102EX volte a mesa de projetos para fazer parte da renovação de linha, que passará a funcionar 100% com eletricidade.
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| O CEO da Rolls-Royce, Torsten Müller-Otvös, disse em uma entrevista que a marca não se interessa pela hibridização, e sim pela eletrificação |
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| O conceito 102EX, de 2011 poderá voltar a mesa de projetos da marca para servir de base a uma futura eletrificação total da linha Rolls-Royce |
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