sábado, 26 de agosto de 2017

Física Da Sedução Com: Rolls-Royce Phantom Drophead Coupe


Poucos carros remetem tanto ao luxo e conforto quanto um Rolls-Royce. Por mais de 100 anos, essa marca inglesa vem revolucionando o mercado de luxo como o mais prestigiado jeito de se dirigir por algum lugar. O mais icônico de todos os modelos dessa marca é o Phantom, que por quase um século e oito gerações vem mostrando como o "Espírito de Êxtase" realmente faz bonito na hora de desfilar. Elegante, comprido, altamente funcional e confiável, o Phantom sobre o qual vamos falar é o da sétima geração (2003 - 2016), mas especificamente a versão sem capota, chamada de Drophead Coupe. Baseado no conceito 100EX, de 2004, o Phantom Drophead foi uma nova etapa na linha de montagem da Rolls-Royce, que agora contava com um caráter mais exposto, já que na versão com capota, você poderia dirigir ou ser guiado por aí sem que as pessoas pudessem vê-lo, mas no caso do Drophead Coupe, a história era diferente, você realmente era notado, já que esse modelo era mais recomendado para se dirigir você mesmo do que seu motorista particular, realmente um Phantom para os entusiastas da marca. Revelado pela primeira vez durante o Salão do Automóvel de Detroit em 2007, ele possuía duas portas do tipo suicida, o que facilitava a entrada em algumas situações, além de um amplo espaço para até 4 adultos. Disponível em até 44 mil combinações de cores, realmente seria difícil de se encontrar um exemplar igual a outro, ainda mais por causa das inúmeras versões one-off criadas exclusivamente para clientes que demandavam algo mais do que único, como Roland Hall, que em 2007 pediu que a Pininfarina fizesse um trabalho em seu Drophead Coupe, criando o Hyperion, um carro único vendido por mais de 4 milhões de euros na época, um valor consideravelmente alto até para um carro como esse.

Mesmo sendo um carro de grande porte, ele era extremamente macio de se conduzir e uma verdadeira barca luxuosa

Com 5.6 metros de comprimento, estacioná-lo realmente pode ser um problema quando se trata de cidades grandes e vagas pequenas, mas esses problemas são minimizados graças a uma condução extremamente suave concedida pela fantástica suspensão optimizada e o conforto dos bancos, que possuem o melhor couro do mundo. São 2.6 toneladas, um peso quase exatamente igual ao da versão com capota, graças a barras de alumínio extremamente leves colocadas na estrutura do carro para maior rigidez torcional. O interior é completamente repleto de adereços de luxo, desde madeira de mogno de alta qualidade, couro de vacas criadas nas montanhas da Europa sem arames nas cercas até caxemira, com certeza, o que chama mais atenção é o forro da tampa que guarda a capota, que imita o deck de um iate, aumentando ainda mais a sensação de luxo. Com um motor V12 de 6.75 litros, ele consegue manter uma aceleração aceitável para seu tamanho: são 5.9 segundos para chegar dos 0 aos 100 km/h e com seus 460 cavalos, ele chega a uma velocidade máxima de até 260 km/h e gera 720 Nm de torque a 3.500 rpm. A unidade das fotos é uma das duas que temos no país, e pertence e um empresário do interior de SP, recentemente adquirida de um colecionador do Rio Grande do Sul, e por sorte, é um carro que poderá ser visto rodando muitas vezes. Seu preço quando foi lançado no Brasil era de mais de R$ 3.5 milhões, até hoje um dos 0km mais caros.

O interior é repleto de itens nobres, desde madeira envernizada até forros de caxemira, criando uma atmosfera única de luxo
Com 5.6 metros de comprimento e 2.6 toneladas é de se esperar que seu motor seja potente, e de fato é: V12 de 6.75 litros

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